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Entrevista com Gabrielle Bes da Rosa, Bióloga do Parque

07/11/2017

Gabrielle Bes da Rosa, nascida em Barreiras- BA. Formada pela UEG Universidade Estadual de Goiás. ,  Em 2012 assumi o cargo de Bióloga do Parque.

De onde vem o seu interesse pela Biologia?

A biologia veio como uma ferramenta para a minha vontade de salvar o planeta., Desde pequena lembro que eu ficava fascinada por lugares naturais, rios, cachoeiras, matas... E esse fascínio só aumentou quando comecei a estudar ciências e ver o quanto a natureza é sábia.


Os meus professores de ciências e biologia tiveram um peso muito grande nessa decisão, principalmente no ensino médio, quando, além das aulas, desenvolvemos um projeto chamado Cerrado Vivo, que me despertou para o nosso Bioma e toda a pressão que ele recebe.

Como surgiu a oportunidade de trabalhar no parque e qual o foco do seu trabalho?

Em 2011, logo depois de me formar, voltei a Luís Eduardo Magalhães e recebi o convite para integrar a equipe da Campanha APP 100% legal como assistente de Educação ambiental. No ano seguinte, fui convidada pelo então coordenador a integrar o quadro efetivo do PFG, como bióloga , e a conduzir todos os projetos de Educação Ambiental. Desde então tenho atuado no Núcleo de Educação Ambiental. 

Qual o seu maior desafio nesse trabalho?

Acredito que o principal desafio pra quem atua nessa área é fazer com que a Educação Ambiental seja reconhecida como uma ciência importante, que requer estudo e conhecimento para que os objetivos propostos sejam alcançados. Outro desafio, esse ainda mais essencial, é sensibilizar as pessoas de que não conseguiremos viver em um mundo melhor sem que o ser humano passe a se ver como parte dele.

Qual resultado alcançado de seu trabalho no parque mais te orgulha?

O reconhecimento que o Parque tem na região sem dúvida me orgulha muito! Aqui, sempre tivemos profissionais engajados e dedicados à conservação do Cerrado, por isso a comunidade nos acolhe tão bem. Sempre que eu digo que trabalho no Parque, as pessoas respondem: “Nossa, que legal!!!”. Isso me mostra que estamos no caminho certo e me estimula a querer fazer ainda mais pela região.

Qual o próximo resultado positivo pretende alcançar nesse trabalho?

A retomada de projetos de Educação Ambiental que ainda não andaram como deveriam. Hoje, temos um trabalho consistente e bem estruturado de visitas monitoradas. Mas tenho o desejo de ampliar cada vez mais o público dos projetos com o intuito de atender à toda a comunidade.

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